Nem bike, nem moto. Somos Bee.
Desde 2000 resolvendo a mobilidade das grandes cidades brasileiras. Hoje, 100% elétrica.
sobre a bee
Tudo começou em 2000, no Rio de Janeiro, quando o Grupo Alan Motors decidiu apostar em algo que quase ninguém enxergava ainda: as scooters. Fomos os primeiros do país a nos especializarmos nelas, e ao longo de mais de duas décadas representamos marcas internacionais como Aprilia, Piaggio, Vespa, Derbi, SYM e PGO — um aprendizado que só se constrói andando de loja em loja, de cliente em cliente, entendendo de verdade como o brasileiro se desloca no dia a dia.
Foi essa experiência que nos deu confiança para criar algo nosso: a Bee. E quanto mais entendíamos sobre deslocamentos curtos — aquele trajeto de 5, 10, 15 km que lota o trânsito e consome tempo de vida todos os dias —, mais claro ficava que o futuro da mobilidade urbana não seria nem bike, nem moto. Seria outra coisa.
Em 2020, demos o passo decisivo: a Bee se tornou 100% elétrica. De lá pra cá, não paramos — hoje entregamos em todo o Brasil, montamos na Zona Franca de Manaus e temos presença também na Europa, em Portugal. Continuamos sendo os mesmos de 2000: uma empresa familiar carioca. Só que agora movendo o Brasil de outro jeito.
desenvolvimento brasileiro, mentalidade global
Enquanto grande parte do mercado importa produtos de prateleira e apenas substitui a marca por um novo adesivo, a Bee segue um caminho diferente.
Nossa origem no mercado de motocicletas nos trouxe uma cultura de qualidade, engenharia e desenvolvimento de produto. Por isso, construímos parcerias de longo prazo com alguns dos maiores fabricantes do mundo, que participam do desenvolvimento dos nossos veículos e integram nossa cadeia global de fornecimento.
Mais do que importar, desenvolvemos, especificamos e aperfeiçoamos cada produto para oferecer tecnologia, confiabilidade, procedência e uma experiência premium aos nossos clientes.
Conheça algumas das empresas que fazem parte dessa jornada ao lado da Bee.
É sobre uma forma diferente de estar na cidade.
Enquanto o mercado pensa apenas em vendas, a gente constrói o que não se copia da noite pro dia: confiança. Identidade, consistência e propósito em cada detalhe — independente do modelo, do momento, da cidade.